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Dicas para empreender em 2018

terça, 02 de janeiro de 2018
15 negócios em alta para empreender

Confirma algumas dicas para empreender em 2018. Além de negócios para ganhar dinheiro na crise, a relação a seguir contempla também novidades que começam a fazer sucesso agora, com tendência para dominar o mercado nos próximos meses.

1. Alimentação alternativa

As condições de intolerância ao glúten e à lactose não surgiram agora, mas enfim o mercado percebeu que há uma fatia considerável a atender.

Em 2015, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) já destacava como promissores negócios voltados a produtos livres de glúten e de lactose. Para 2018, o amadurecimento do setor deve multiplicar os resultados.

E nunca é demais lembrar que, especialmente sobre a ausência de glúten, há outro segmento bastante interessado, apesar de não haver restrição alimentar: estamos falando do mercado fitness.

2. Biojoias

Marcas de beleza próprias da nossa terra. É a partir desse conceito que o mercado de biojoias cresce e surge como opção interessante para quem deseja ter a sua primeira empresa.

Biojoias são artigos do tipo bijuteria cuja confecção utiliza itens sustentáveis como matéria-prima. Podem ser pedras, folhas e sementes, por exemplo.

Além de ser um produto diferenciado, as maiores chances de sucesso estão em espaços voltados ao turismoe em cidades com forte apelo para receber visitantes.

3. Brechós

Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com tempos de crise, como agora.

Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos.

4. Consertos e reformas

Esse é um setor que repete o entendimento que se aplica aos brechós. Se não há como comprar um artigo novo, melhor e mais barato é consertar ou reformar o antigo. Além da economia, sempre importante no atual cenário, tem ainda o apelo sustentável da ação.

Quem deseja abrir um negócio próprio em 2018 pode olhar com carinho para opções como conserto de eletrodomésticos e reforma de roupas.

5. Cosméticos

Quando falamos em repetição entre os negócios em alta, não poderia faltar o empreendedorismo na área de cosméticos e beleza. Afinal, a crise permanente até pode amenizar a necessidade de as pessoas se sentirem bonitas, mas não consegue esfriar o mercado.

E nunca é demais lembrar que, cada vez mais, os homens têm participado como clientes fiéis. A entrada com tudo do público masculino deu um novo gás ao setor e quem tem direcionado esforços a esse perfil vem faturando bem.

Outro apelo forte na área de cosméticos diz respeito ao uso de produtos naturais, menos agressivos tanto à pele como à própria natureza.

6. Coworking

Há razões diversas para enxergar nos espaços de coworking uma forte tendência para 2018. A primeira delas é o crescente interesse por negócios de economia compartilhada, onde o conceito de dividir é muito forte.

Mas há outro fator que ajuda a impulsionar o segmento: o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa. Como nem sempre o home-office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking se revela uma ótima alternativa.

7. Desenvolvimento de aplicativos

Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Mas há uma inquietação sobre esse mercado: não se sabe até onde ele pode ir, só há certeza de que vai longe.

Os smartphones são cada vez mais uma parte da vida das pessoas, deixando de ser um acessório para se transformar em um item de primeira necessidade. Por isso, aplicativos desenvolvidos com foco em soluções práticas nunca deixam de ter mercado.

Além deles, há uma tendência para soluções com data de validade, porém de grande utilidade, como apps relacionados a grandes eventos.

8. Drones

Há aplicações diversas para esses dispositivos voadores, desde operações industriais até o lazer, sem esquecer do seu uso crescente no agronegócio. Não há como deixar a fabricação de drones de fora dos negócios em alta, pois acredita-se que há um potencial ainda inexplorado quanto ao seu uso comercial.

A grande expectativa para os próximos meses se dá quanto ao comportamento do mercado a partir da regulamentação do uso de drones pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o que ocorreu no início de maio.

9. Infoprodutos

Não é exagero dizer que o mercado de produtos digitais no Brasil ainda engatinha diante de tantas possibilidades abertas pela internet. No entanto, hoje já há exemplos de muita gente que literalmente faturou milhões começando do zero.

Isso não significa a garantia de lucro fácil, mas de que há demanda para a oferta. Infoprodutos podem envolver todo o tipo de solução digital, como livros, aulas e palestras. E o melhor de tudo é que dá para começar tendo apenas um computador como estrutura.

10. Leitura biométrica

Muita gente relaciona a leitura biométrica a situações nas quais a impressão digital é verificada, como ocorre nas eleições. Mas esse é um uso muito pequeno entre todos aqueles que já estão trazendo um pouco do futuro aos dias atuais.

Além das digitais, a tecnologia utiliza também o reconhecimento facial e de retina. Já há no mercado smartphones nos quais o bloqueio e desbloqueio de tela é por meio da leitura biométrica, por exemplo.

Mas seus usos vão muito além, desde a identificação de funcionários autorizados para entrada em áreas restritas até a coleta da digital de clientes em caixas eletrônicos.

11. Microcervejarias

Quem vê o sucesso das cervejas artesanais nos últimos anos pode imaginar que o setor chegou no seu limite. Mas é fácil de explicar e de entender a sua inclusão nesta relação de negócios em alta.

Quando as primeira bebidas com essas características começaram a ganhar o mercado, não se imaginava ainda que tantos aromas e sabores diferentes estariam disponíveis ao público. E quem disse que as novidades acabaram?

Um ponto positivo para abrir esse tipo de empresa foi a sua recente inclusão entre aquelas que podem optar pelo Simples Nacional como regime de recolhimento de impostos.

12. Impressões 3D

Como tudo que é novo, o mercado de impressões 3D é um tanto desafiador, mas quem conseguir dominá-lo tende a empreender em um negócio altamente lucrativo. As principais empresas do setor são startups de fora do Brasil.

Embora esse seja um indicativo de limitação da tecnologia por aqui, que tal ver de outra forma? Tem muito mercado a explorar, oferecendo soluções inovadoras e ainda inéditas.

13. Pets

“Quanto mais conheço os homens, mais amo os animais.” Você tem lido bastante essa frase nas suas redes sociais? Não é por acaso, afinal, o apreço pelos bichinhos levou esse mercado a faturar R$ 18,9 bilhões no ano passado, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Não se trata de um ramo novo, mas é claramente um dos negócios em alta. Juntas, as empresas do setor elevaram seus ganhos em 2016 em 4,9%, mesmo com os impactos da crise. E para quem deseja empreender, tem todo o tipo de produto ou serviço à sua escolha.

14. Produtos orgânicos

Seja através da mídia ou das próprias redes sociais, o incentivo à alimentação saudável é uma crescente no país. Tanto é assim que o setor ainda mantém grande parcela de seu faturamento no comércio exterior, mas passou a investir bastante no mercado interno.

Para quem deseja abrir uma pequena empresa, vale apostar em lojas especializadas. Consumir itens saudáveis encontrados perto de casa é o que motiva as pessoas a comprar.

15. Realidade virtual

Vai dizer que você não tem recebido cada vez mais vídeos no seu smartphone de situações engraçadas envolvendo o uso de óculos de realidade virtual? Deixando a parte do humor de lado, há algo muito sério nesse mercado, que é a expansão da produção de conteúdo para os dispositivos.

Há grande expectativa quanto ao lançamento de novidades, com o futuro sendo dominado por esse tipo de tecnologia. Se o alto custo de pesquisa e desenvolvimento é um entrave, por outro lado, a ampliação das possibilidades de uso, como em eventos e treinamentos, é um incentivo.

 

Fonte: ???????Fonte: https://blog.contaazul.com/negocios-em-alta-2018